Vini Jr. Sob Vaias no Real Madrid: Crise Aumenta em 2026

Vini Jr. Sob Vaias no Real Madrid: Crise Aumenta em 2026

O ano de 2026 não começou fácil para Vini Jr. no Real Madrid. O atacante brasileiro foi novamente alvo de vaias da torcida no Santiago Bernabéu, repetindo o cenário do final de 2025. A má fase do jogador, que acumula 15 partidas sem marcar, parece ter aumentado a distância entre ele e os torcedores. As vaias foram ouvidas durante a goleada de 5 a 1 sobre o Bétis neste domingo, ecoando a reação vista na vitória sobre o Sevilla em dezembro.

Apesar do descontentamento da torcida, o técnico Xabi Alonso defendeu Vini Jr. e evitou comentar as vaias. O treinador destacou a contribuição do brasileiro, mencionando sua incisividade no primeiro tempo e o cartão amarelo forçado que levou à substituição de um defensor adversário.

Alonso ressaltou a importância de Vini Jr. para o próximo desafio do Real Madrid, a semifinal da Supercopa da Espanha contra o Atlético de Madrid, que será disputada na Arábia Saudita na quinta-feira.

No início da partida contra o Bétis, Vini Jr. demonstrou desenvoltura, inclusive forçando um cartão amarelo para o defensor Álvaro Ortiz, que acabou sendo substituído no intervalo.

Durante a primeira etapa, o brasileiro recebeu aplausos em diversos momentos, especialmente ao criar oportunidades de gol. Ele também chegou a ser derrubado na área, mas o árbitro não assinalou pênalti. A intensidade de Vini Jr. diminuiu no segundo tempo, e ele acabou recebendo um cartão amarelo e sendo substituído aos 32 minutos. A insatisfação da torcida foi parcialmente abafada pelos aplausos direcionados a Rodrygo, que também deixou o campo após uma boa atuação e duas assistências.

A reação de Vini Jr. ao ser substituído foi de resignação. Após um aperto de mão com Xabi Alonso, ele se dirigiu ao banco e foi o primeiro a entrar no túnel ao final da partida. A imprensa espanhola já debate se o momento atual do jogador pode impactar as negociações para a renovação de seu contrato, que devem ser retomadas em breve, embora o acordo atual ainda tenha 18 meses de validade.

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